Bom dia, gente gira! A inspiração das terças vem um pouco atrasada devido a um imprevisto, mas está aqui. Hoje o S vem na ementa e os sofás ganharam de letra — talvez pela falta de outras ideias, talvez pelo conforto.
Prezo muito o conforto, mesmo que seja sentada no chão. Quando era miúda sentava-me muitas vezes ao lado do sofá, a ver televisão com os meus pais, porque gostava de poder mudar de posição e porque havia de dar para três ou quatro. Ainda hoje acho que o melhor sofá não é necessariamente o maior ou o mais caro, mas aquele que de ajusta à forma como o queremos utilizar.
Antes do estilo, perceber como usamos o sofá
Há quem precise de muitos lugares, quem goste de se esticar ao fim do dia e quem prefira um modelo mais direito, fácil de combinar e de circular em volta. Vale a pena medir a divisão, deixar passagens confortáveis e confirmar a profundidade do assento. Um sofá belíssimo pode não ser o sofá certo se nos obriga a atravessar a sala aos ziguezagues ou se não apoia bem as costas.

Vale lembrar que convém experimentar antes de o comprar. O último que comprámos pareceu confortável q.b. na loja, mas mais tempo sentados nele mostrava o quão desconfortável ele se conseguia tornar.
Um sofá pode mudar a personalidade da sala
O mesmo espaço muda conforme o sofá escolhido. Um modelo curvo em veludo aproxima-se de uma sala mais elegante e teatral; a pele cor de conhaque traz calor e um ar vivido; já um estampado pode assumir-se como a peça principal e permitir que tudo o resto fique mais sereno.


Cor, padrão e aquilo que resiste à vida real
Em casas com crianças, animais ou muita utilização, a beleza também passa pela tranquilidade. Tecidos laváveis, capas removíveis e cores que não denunciam cada pequeno acidente ajudam bastante. No entanto, nada disso obriga a escolher apenas neutros. Um padrão bem escolhido disfarça marcas, acrescenta carácter e pode acentuar várias cores já existentes na divisão.

O conforto não acaba no sofá
Mas o conforto de uma sala não se fica só pelo sofá. Um tapete macio, uma almofada de chão e tudo o mais que acrescente, também vale usar. No fim, procuramos algo agradável à vista, leve na carteira e que encaixe mesmo na vida e estilo de quem o vai usar.

E pronto! De notar que deixei as poltronas de fora, pois a inspiração era tanta…
Para mim, os sofás têm de ser confortáveis… e o chão também! 😉
E para si?
O seu S seria de quê?
Beijos repousados,
Sofia



