Ora aqui vai a segunda parte desta pequena saga em cor-de-rosa. Se não viu a primeira, pode encontrá-la aqui.
É uma cor que pode ser doce, alegre, sofisticada ou irreverente — tudo depende do tom, da quantidade e das companhias que lhe damos.
Cor-de-rosa sem ar infantil
Os rosas queimados, antigos e empoeirados ficam particularmente bonitos com madeira, branco, cinzento ou apontamentos escuros. Numa sala, uma parede ou um cadeirão podem aquecer o espaço sem o transformar num cenário demasiado delicado.

Um quarto acolhedor
Talvez eu tenha uma relação especial com esta ideia: as paredes do meu quarto, em casa dos meus pais, foram sempre cor-de-rosa intenso. Hoje escolheria provavelmente um tom mais suave, combinado com roupa de cama clara e texturas naturais.

Também pode aparecer onde menos se espera
Na cozinha, o rosa pode resultar muito bem em armários de tom discreto, azulejos ou pequenos detalhes. A chave é deixar espaço para os materiais neutros respirarem e evitar que todas as superfícies concorram entre si.

Em detalhes ou em diferentes tons
Se uma parede inteira parece demasiado, podemos optar por uma cadeira, um candeeiro ou um conjunto de almofadas. Misturar dois ou três rosas próximos dá profundidade e fica mais natural do que tentar repetir exatamente a mesma cor.





Votos de uma noite cor-de-rosa… para quem gosta, é claro!
Beijos,
Sofia



