{"id":5347,"date":"2014-01-12T17:55:05","date_gmt":"2014-01-12T17:55:05","guid":{"rendered":"https:\/\/ideiasdafia.pt\/?p=5347"},"modified":"2025-10-08T21:54:11","modified_gmt":"2025-10-08T20:54:11","slug":"quem-somos-nos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ideiasdafia.pt\/en\/quem-somos-nos\/","title":{"rendered":"Projecto 31 Dias de cinema: Quem somos n\u00f3s?"},"content":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o dia #2 do Projecto 31 Dias de Cinema.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ideiasdafia.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/31dias_cinema.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8478\" width=\"360\" height=\"286\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/ideiasdafia.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/31dias_cinema.jpg 360w, https:\/\/ideiasdafia.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/31dias_cinema-300x238.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Os t\u00edtulos que integrar\u00e3o este projecto n\u00e3o seguir\u00e3o nenhuma ordem espec\u00edfica e poder\u00e3o ser de categorias diversas, de aventura a ac\u00e7\u00e3o, passando pela anima\u00e7\u00e3o ou pela com\u00e9dia. O meu objectivo ser\u00e1 sugerir t\u00edtulos com uma mensagem espiritualista\/universalista de fundo, algo com o potencial de nos deixar a pensar sobre a nossa natureza ou que nos motive\/inspire.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 sugest\u00e3o de hoje, este \u00e9 mais um t\u00edtulo antigo que vale a pena ver ou rever&#8230;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Quem somos n\u00f3s?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Como falar deste filme?<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Este \u00e9 um dos filmes que iniciaram uma nova vaga de filmes que nos fazem pensar e nos trazem ao grande ecr\u00e3 as chamadas quest\u00f5es da Nova Era. Talvez n\u00e3o ao grande ecr\u00e3, uma vez que s\u00e3o produ\u00e7\u00f5es n\u00e3o (ou menos) <em>holiwoodescas&nbsp;<\/em>e de produ\u00e7\u00e3o independente, fadadas a um p\u00fablico inferior em n\u00famero, mas talvez com maior interesse pelos temas abordados no mesmo.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ideiasdafia.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/whathebleep.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8490\" width=\"396\" height=\"555\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/ideiasdafia.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/whathebleep.jpg 396w, https:\/\/ideiasdafia.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/whathebleep-214x300.jpg 214w\" sizes=\"(max-width: 396px) 100vw, 396px\" \/><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Quem julgava que n\u00e3o havia mercado para este tipo de filme e rotulava o projecto de suic\u00eddio financeiro, surpreendeu-se com os resultados conseguidos, sendo estes em maior parte resultantes da publicidade de boca.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Sem d\u00favida n\u00e3o ser\u00e1 para todos os gostos, n\u00e3o sendo indicado para quem procure no cinema apenas um momento de entretenimento, aconselho-o a quem goste de metaf\u00edsica e todas estas quest\u00f5es que cada vez s\u00e3o mais aberta e amplamente debatidas.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Aconselho-o, avisando no entanto que \u00e9 um filme bem diferente daquilo que se espera. &#8220;Parte document\u00e1rio, parte drama narrativo, parte visualmente alucinog\u00e9no, este \u00e9 um filme que desaparece com a porta do arm\u00e1rio que esconde a metaf\u00edsica.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>\u00c9 um filme que mistura entrevistas com cientistas, neurobi\u00f3logos, f\u00edsicos, psiquiatras, efeitos especiais e uma hist\u00f3ria que nos vai mostrando na pr\u00e1tica aquilo de que os cientistas v\u00e3o falando. Ou ser\u00e1 que os cientistas \u00e9 que nos v\u00e3o explicando aquilo que a hist\u00f3ria nos vai mostrando? \ud83d\ude42<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Gostei tanto da mensagem deste filme e da forma como a faz passar de uma forma t\u00e3o simples, que se torna dif\u00edcil escrever uma sinopse. Gostei tanto de uma cr\u00edtica que li no<em> Internet Movie Database<\/em> sobre o <em>What the bleep<\/em> que n\u00e3o resisti a traduzir (livremente) parte dela. Os cr\u00e9ditos s\u00e3o de Janet Boyer, dos EUA.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>\u00abNa hist\u00f3ria temos Marlee Matlin (actriz principal de Filhos de um Deus Menor) a representar o papel de uma fot\u00f3grafa de nome Amanda que cai na &#8220;toca metaf\u00edsica do coelho&#8221;. Atrav\u00e9s de uma s\u00e9rie de eventos que a fazem mudar a sua forma de pensar, ela v\u00ea-se for\u00e7ada a confrontar aquilo que pensava ser realidade, assim como a fonte do seu aborrecimento, ansiedade e auto-comisera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>\u00c0 luz da f\u00edsica qu\u00e2ntica (que, resumidamente, \u00e9 a f\u00edsica das probabilidades), os produtores exploram o conceito de m\u00faltiplas realidades existindo ao mesmo tempo. Apesar de universos paralelos e alternativos serem material do Star Trek, este conceito n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o rebuscado considerando que os cientistas reproduziram uma part\u00edcula de luz que existe em dois lugares ao mesmo tempo. N\u00e3o apenas isso, mas electr\u00f5es e n\u00facleos de \u00e1tomos est\u00e3o constantemente a desaparecer por completo, voltando a reaparecer. Para onde v\u00e3o? Se isto acontece a um n\u00edvel at\u00f3mico, o que isto significar\u00e1 a um n\u00edvel maior?<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Em vez de ser a realidade a acontecer-nos, tal como assumido no velho modelo, n\u00f3s acontecemos \u00e0 realidade. O acto da observa\u00e7\u00e3o&#8230; ou de nos centrarmos em algo&#8230; realmente muda a natureza do que \u00e9 observado. O acto da escolha elimina as outras probabilidades. Se isto \u00e9 verdade a um n\u00edvel qu\u00e2ntico, como as nossas escolhas afectam de facto a realidade?<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Tudo &#8220;l\u00e1 fora&#8221; \u00e9 uma projec\u00e7\u00e3o do teatro elaborado da nossa mente, que \u00e9 frequentemente o resultado de uma neurobiologia complexa que acontece &#8220;aqui dentro&#8221;. Com anima\u00e7\u00f5es por computador apelativas e explica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas l\u00facidas, \u00e9-nos mostrado o que acontece quando c\u00e9lulas s\u00e3o constantemente banhadas em neuroqu\u00edmicos produzidos por emo\u00e7\u00f5es habituais: uma depend\u00eancia emocional. &#8220;Se podemos ser dependentes da hero\u00edna, podemos ser dependentes de qualquer neurop\u00e9ptido (emo\u00e7\u00e3o)&#8221;, diz um cientista. Outro avan\u00e7a: &#8220;Quem est\u00e1 no lugar do condutor quando controlamos as nossas emo\u00e7\u00f5es ou respondemos a emo\u00e7\u00f5es? A n\u00edvel fisiol\u00f3gico, sabemos que as c\u00e9lulas nervosas que disparam juntas, voltam a &#8216;rearmar&#8217; juntas. Se voc\u00ea fizer algo repetidamente, essas c\u00e9lulas nervosas t\u00eam um relacionamento de longa dura\u00e7\u00e3o.&#8221; Por outras palavras, se voc\u00ea se enerva ou zanga numa base di\u00e1ria&#8230; ou se sente como uma v\u00edtima&#8230; voc\u00ea est\u00e1 literalmente a religar a sua rede neural ao ponto de criar uma &#8220;identidade&#8221;. As boas novas s\u00e3o que &#8220;cada vez que interrompemos o processo do pensamento que produz uma resposta qu\u00edmica no corpo, elas come\u00e7am a romper esse relacionamento de longa dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o o que isto tem a ver com a natureza da realidade? Voltamos \u00e0 escolha. N\u00f3s criamos cen\u00e1rios que v\u00e3o ao encontro das nossas necessidades emocionais. \u00c9 por isto que muitos caiem no mesmo tipo de relacionamentos e dramas: existe uma depend\u00eancia qu\u00edmica da rejei\u00e7\u00e3o, conflito, sedu\u00e7\u00e3o e por a\u00ed fora. Um cientista acrescentou: &#8220;Um n\u00famero incr\u00edvel de problemas rotulados de psicol\u00f3gicos t\u00eam realmente a ver com pessoas a fazerem m\u00e1s escolhas&#8230;&#8221; Aquilo que \u00e9 pensado como sendo &#8220;realidade que nos acontece&#8221; \u00e9 de facto resultado de escolhas repetidas produzindo qu\u00edmicos espec\u00edficos que resultam em emo\u00e7\u00f5es espec\u00edficas que se tornaram um h\u00e1bito. Em vez de &#8220;as pessoas est\u00e3o sempre a sabotar a minha felicidade&#8221;, torna-se numa quest\u00e3o de depend\u00eancia qu\u00edmica de cen\u00e1rios de sabotagem, por assim dizer. N\u00f3s desenhamos no &#8220;campo qu\u00e2ntico&#8221; de acordo com a nossa inten\u00e7\u00e3o, &#8216;expecta\u00e7\u00e3o&#8217; e (neste caso) depend\u00eancia emocional.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Se isto \u00e9 verdade acerca do indiv\u00edduo, ent\u00e3o e quanto ao que uma cultura assume? Cada gera\u00e7\u00e3o tem muitas verdades assumidas que a hist\u00f3ria provou serem falsas (como a ideia de que a Terra \u00e9 plana). Muitas destas verdades est\u00e3o t\u00e3o enra\u00edzadas que as tomamos como &#8220;a verdade&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Colocar quest\u00f5es como &#8220;Porque estou aqui? Para onde vou? Quem sou eu? O que acontece quando eu morrer?&#8221; &#8211; o questionamento da realidade e &#8220;como as coisas sempre foram feitas&#8221; &#8211; ajuda-nos a interromper as redes neurais. Tornarmo-nos no &#8220;observador&#8221; (em oposi\u00e7\u00e3o ao que reage inconscientemente) pode resultar numa mudan\u00e7a de paradigma, mudan\u00e7as pessoais e momentos &#8220;aha!&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No entanto, contemplar uma nova forma de pensar ou ver as coisas pode pregar partidas. Uma hist\u00f3ria fascinante demonstrada no What the bleep \u00e9 a de Crist\u00f3v\u00e3o Colombo e a sua visita aos povos ind\u00edgenas da Am\u00e9rica do Sul. Estas embarca\u00e7\u00f5es estavam t\u00e3o fora das suas perspectivas de realidade que estes povos n\u00e3o as conseguiam ver no horizonte. Um dia, o sham\u00e3 da tribo percebeu que existiam ondula\u00e7\u00f5es no sentido da costa. Ele sabia que algo deveria estar na origem destas ondula\u00e7\u00f5es&#8230; mas o qu\u00ea? Dia ap\u00f3s dia ele se esfor\u00e7ava por ver, at\u00e9 que um dia finalmente viu os navios que se aproximavam. A sua tribo n\u00e3o os conseguia ver at\u00e9 ele descrever o que viu. E porque confiavam nele, agora podiam ver os barcos com os seus pr\u00f3prios olhos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Esta hist\u00f3ria ilustra o princ\u00edpio de que s\u00f3 vemos no nosso c\u00e9rebro aquilo que somos capazes de ver. De facto, apenas vemos o que acreditamos ser poss\u00edvel. Talvez isto explique porque os m\u00edsticos conseguem ver anjos e outras realidades: para eles, crer \u00e9 ver. Biologicamente, o c\u00e9rebro processa 400 bili\u00f5es de bits de informa\u00e7\u00e3o por segundo, mas s\u00f3 temos consci\u00eancia de 2.000 bits em qualquer momento &#8211; geralmente informa\u00e7\u00e3o sobre o corpo, tempo e ambiente. Mas o que est\u00e1 o c\u00e9rebro a perceber\/receber que n\u00f3s n\u00e3o estamos a &#8220;ver&#8221; ou integrar?<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Em ajuda \u00e0 ci\u00eancia da percep\u00e7\u00e3o e da realidade, um te\u00f3logo, Ramtha, e outros cientistas discutem a natureza de Deus, espiritualmente e em interliga\u00e7\u00e3o com todas as coisas. Um dos problemas da religi\u00e3o, de acordo com um te\u00f3logo, \u00e9 que Deus foi &#8220;moldado&#8221; como uma entidade distinta e separada \u00e0 qual devemos oferecer adora\u00e7\u00e3o e gra\u00e7as &#8211; tudo na esperan\u00e7a de obter uma recompensa no final da vida. De acordo com este homem, &#8220;isto n\u00e3o \u00e9 aquilo que Deus \u00e9. Isto \u00e9 blasf\u00e9mia.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ramtha concorda com a minha cita\u00e7\u00e3o preferida do filme:<\/p>\n\n\n\n<p>(e que me desculpe ao ler, mas optei por deixar esta cita\u00e7\u00e3o na l\u00edngua original)<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&#8220;God must be greater than the greatest of human weaknesses and, indeed, the greatest of human skill. God must even transcend our most remarkable-to emulate nature in its absolute splendor. How can any man or woman sin against such greatness of mind? How can one little carbon unit on Earth-in the backwaters of the Milky Way, the boondocks-betray God almighty? That is impossible. The height of arrogance is the height of control of those who create God in their own image.&#8221;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 se concorda com as ideias apresentadas no filme. Se as pessoas pelo menos contemplarem uma perspectiva alternativa &#8211; ent\u00e3o este filme ter\u00e1 sido bem sucedido. What the bleep do we know? (Mas que raio \u00e9 que n\u00f3s sabemos?) n\u00e3o lhe diz o que pensar, simplesmente lhe oferece ideias e teorias para sua considera\u00e7\u00e3o. No m\u00ednimo, abre um di\u00e1logo entre as pessoas. E, talvez, se as pessoas come\u00e7arem a falar umas com as outras &#8211; especialmente sobre conceitos como realidade, Deus, espiritualidade, escolha e potencial humano &#8211; haver\u00e3o falhas nas verdades individuais e colectivas de forma a abrirem caminho a ideias nunca consideradas como poss\u00edveis anteriormente.\u00bb<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><em>Por Janet Boyer, ao IMDB<\/em><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Podia talvez ser melhor explorado denso a n\u00edvel de respostas, no entanto considero-o uma excelente introdu\u00e7\u00e3o ao tema. Para quem gosta destes temas, poder\u00e1 n\u00e3o trazer novidade alguma, mas pensem s\u00f3 nas possibilidades que oferece lev\u00e1-los de um modo mais aberto, de forma simples, \u00e0s grandes massas, mesmo sendo um filme de distribui\u00e7\u00e3o independente, mesmo n\u00e3o chegando \u00e0s grandes salas de cinema&#8230; hoje!&#8230; o dedo &#8220;cutucador&#8221; pode chegar ainda mais longe e a cada vez mais pessoas&#8230; aquele que nos leva a pensar &#8220;e se&#8230;?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Aquele que nos leva a pensar!<\/p>\n\n\n\n<p>Ao bom estilo &#8220;thought provoking&#8221;, como eu tanto gosto&#8230; aconselho vivamente!<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>T\u00edtulo original:<\/strong> What the #$*! do we (k)now?!&nbsp;(<em>what the bleep do we know<\/em>)<br><strong>Ano:<\/strong> 2004<br><strong>Mais info:<\/strong>&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.imdb.com\/title\/tt0399877\/?ref_=fn_al_tt_1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">IMDB<\/a><br><strong>Aluguer instant\u00e2neo na Amazon:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.amazon.com\/gp\/product\/B00E6X5U02\/ref=as_li_tf_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B00E6X5U02&amp;linkCode=as2&amp;tag=ideidouniv-20\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">What the Bleep Do We Know!?<\/a><br>Trailer no&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=DscdnUE1u24\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">YouTube<\/a><br>Filme completo legendado no&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=cFHEe8xbUZw\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">YouTube<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>J\u00e1 viu? O que achou?<\/p>\n\n\n\n<p>Beijos cin\u00e9filos,<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o dia #2 do Projecto 31 Dias de Cinema. Os t\u00edtulos que integrar\u00e3o este projecto n\u00e3o seguir\u00e3o nenhuma ordem espec\u00edfica e poder\u00e3o ser de categorias diversas, de aventura a ac\u00e7\u00e3o, passando pela anima\u00e7\u00e3o ou pela com\u00e9dia. 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