Porque de caminhos é feita a vida — de diversas formas, cores e intensidades. Uns parecem luminosos desde o início; outros só revelam a direção depois de começarmos a andar.

Há caminhos que sobem
Os caminhos mais exigentes obrigam-nos a avançar devagar, a escolher onde pousar os pés e a aceitar que nem sempre vemos o fim. A subida cansa, mas também alarga a paisagem e mostra capacidades que talvez não soubéssemos ter.

E outros que descem
Descer não significa necessariamente recuar. Pode ser o regresso a um lugar seguro, a aproximação de uma nova paisagem ou apenas uma fase em que tudo flui com menos esforço. Também aí há aprendizagem.

Quando é preciso escolher
Há encruzilhadas em que nenhuma placa nos diz qual é a decisão certa. Podemos observar, escutar-nos e escolher de acordo com a informação disponível. Se mais tarde for preciso ajustar a rota, isso não torna inútil o caminho já percorrido.

Uns caminhos sobem, outros descem, alguns mudam de cor e muitos surpreendem-nos. Mas todos, de alguma forma, contribuem para a nossa aprendizagem.






Desejo-lhe uma semana de caminhada serena!
Beijocas,
Sofia


